terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Recursos Matemáticos - O ÁBACO



Recursos Matemáticos - O ÁBACO:
 momento histórico de surgimento e utilidades para a humanidade 

NOME
MOMENTO HISTÓRICO / ORIGEM
DESCRIÇÃO / UTILIDADE
ÁBACO MESOPOTÂMICO

  
2700–2300 A.C.
Construído numa pedra lisa coberta por areia ou pó. Palavras e letras eram desenhadas na areia; números eram eventualmente adicionados.
TÁBUA DE SALAMINA (GREGO)



V OU IV SÉCULO A.C.
Interpretado erroneamente como mesa de jogo, quando na verdade era usado como instrumento de cálculo.
ÁBACO ROMANO DE ‘CALCULI”


IDADE MÉDIA ATÉ O FIM DO SÉCULO XIX
Sistema de mover bolas de contagem numa tábua, onde as linhas marcadas indicavam unidades, meias dezenas, dezenas, etc., como na numeração romana.
ÁBACO INDIANO


APROXIMADAMENTE SÉCULO I OU V
Embora alguns escritos registrem sua origem e utilização, são poucas as informações sobre este.
ÁBACO CHINÊS OU SUAN PAN

SÉCULO I
Tem cerca de 20 cm de altura e vem em variadas larguras, dependendo do fabricante. Tem habitualmente mais de sete hastes. Existem duas bolas em cada haste na parte de cima e cinco na parte de baixo, para números decimais e hexadecimais.
ÁBACO JAPONÊS



SÉCULO XVI
Versão modificada pelos japoneses do suan pan. 
ÁBACO RUSSO


1916
Habitualmente utilizado na vertical, com os fios da esquerda para a direita ao modo do livro. As bolas são normalmente curvadas para se moverem para o outro lado no centro, em ordem para manter as bolas em cada um dos lados. É clarificado quando as bolas se devem mover para a direita.
ÁBACO ESCOLAR







Formado por uma moldura com bastões ou arames paralelos, dispostos no sentido vertical, correspondentes cada um a uma posição digital (unidades, dezenas, ...) e nos quais estão os elementos de contagem (fichas, bolas, contas, ...) que podem fazer-se deslizar livremente. O ábaco pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar nos dedos. Emprega um processo de cálculo com sistema decimal, atribuindo a cada haste um múltiplo de dez. Ele é utilizado ainda hoje para ensinar às crianças as operações de somar e subtrair.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 IFRAH, Georges. Os números: a história de uma grande invenção. 10ª ed. São Paulo: Globo, 2001.

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